A vereadora Ingrid Fiorentin (PT) protocolou pedido de informações na Câmara de Vereadores de Concórdia solicitando esclarecimentos ao Executivo Municipal sobre a execução de sugestões de investimentos vinculadas à devolução de parte do duodécimo do Legislativo.
O requerimento busca saber se as indicações feitas pelos vereadores, a partir da devolução de recursos da Câmara à Prefeitura, foram efetivamente executadas pela administração municipal ou se ainda estão em fase de encaminhamento.
No documento encaminhado ao presidente da Câmara, Closmar Zagonel, a parlamentar solicita que o Executivo apresente um quadro consolidado com informações detalhadas sobre cada uma das sugestões de investimento previstas no Requerimento nº 200/2025.
Entre os dados solicitados estão a situação atual de cada proposta — se foi executada, está em execução, foi executada parcialmente ou ainda não saiu do papel — além das providências administrativas adotadas, secretaria responsável e previsão de execução.
Destinação dos recursos
Entre os investimentos citados no pedido de informações estão:
— aquisição de compressor torácico automático para o Hospital São Francisco, no valor de R$ 80 mil
— aquisição de materiais para o Programa Bombeiros Mirins, também no valor de R$ 80 mil
— repasse de R$ 100 mil para a FABET – Fundação Adolpho Bósio de Educação no Trânsito
— destinação de R$ 80 mil para a APLER – Associação dos Portadores de LER/DORT
— aquisição de combustível para associações de agricultores, no valor de R$ 300 mil
— repasse de R$ 200 mil para a SCAF – Sociedade Concordiense de Auxílio Fraterno
— destinação de R$ 250 mil para o Programa de Transporte Universitário Gratuito
A vereadora também solicita que o Executivo informe, em caso de não execução das sugestões ou execução parcial, quais foram os motivos técnicos, administrativos ou orçamentários que impediram a implementação das propostas.
Acompanhamento da aplicação dos recursos
Na justificativa do requerimento, Ingrid Fiorentin afirma que o pedido de informações tem como objetivo garantir transparência e permitir o acompanhamento da aplicação dos recursos públicos, especialmente daqueles devolvidos pela Câmara ao Executivo.
Segundo ela, a medida também busca assegurar rastreabilidade e planejamento na execução das iniciativas indicadas, garantindo que os valores retornem à comunidade na forma de ações e investimentos.






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