Chapecó é o terceiro município do país em investimento público, segundo o ranking de competitividade dos municípios 2026, divulgado recentemente pelo Centro de Liderança Pública. O levantamento leva em conta os dados de 2025. A capital do Oeste, que já figurava entre os 20 melhores, subiu 15 posições.
De acordo com o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Márcio Paixão Rodrigues, a Prefeitura investe 20% da receita corrente líquida. Comparativamente o estado investe 9,92% e, a União, 8,43%.
“Nesse valor não estão as despesas obrigatórias em saúde, educação e folha, por exemplo. É o que o município investiu em obras e infraestrutura. Isso mostra que Chapecó está olhando para o futuro, sem comprometer a qualidade dos serviços no presente. Isso é reflexo da saúde financeira da Prefeitura. O percentual de Chapecó é maior do que de todos os estados, por exemplo”, disse Paixão.
O Prefeito de Chapecó, Valmor Scolari, disse que a Administração de Chapecó atua como um indutor do desenvolvimento. “Isso não é gasto, é investimento. São obras de infraestrutura que vão ficar por décadas, que melhoram a mobilidade, que ampliam serviços de saúde e educação, que proporcionam mais qualidade de vida com novos parques. E os investimentos da Prefeitura atraem e incentivam investimentos privados, gerando receitas que servem para novas obras”, disse Scolari.
O Secretário de Fazenda de Chapecó, Moacir Rohr, calculou que somente no ano passado a Prefeitura investiu em torno de R$ 380 milhões. Nisso entram a primeira etapa do Autódromo Internacional de Chapecó, o CEIM Mário Lanznaster, e escola e creche do bairro Desbravador, a UPA da Efapi, o Pavilhão III do Parque de Exposições Dr Valmor Ernesto Lunardi, as quadras esportivas e reformas e ampliações nas escolas, a construção da Arena Chapecó, a revitalização e construção de novos parques, a renovação da frota de máquinas, as unidades de saúde da Água Amarela e Paraíso, o Multiuso do Loteamento Thiago, a iluminação de LED, a Cidade da Criança, macrodrenagem, pista sintética de atletismo do Verdão e a pavimentação asfáltica.
O dinheiro é oriundo de recursos próprios (IPTU, ITBI, ISS e taxas), emendas parlamentares, financiamentos, convênios (Estado e União) e transferências governamentais (ICMS e FPM, por exemplo).
“Chapecó tem um caixa saudável e uma boa capacidade de endividamento, considerada CAPAG A, que é o mais alto nível. A dívida é de apenas 25% da receita corrente líquida, sendo que essa dívida é a longo prazo e o município conta com dinheiro em caixa. Chapecó também está se preparando para a virada da reforma tributária, onde prevê que o cálculo dos tributos será no destino e não na origem. O autódromo, por exemplo, é um investimento que vai trazer receitas com as competições que Chapecó vai sediar”, disse Rohr.
Secom PMC





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