Deputada federal destaca articulação com Ministério da Saúde, Estado e município e aponta diálogo como caminho para destravar recursos
A deputada federal Ana Paula Lima (PT) reforçou, durante agenda em Concórdia, o apoio ao credenciamento da oncologia do Hospital São Francisco no Sistema Único de Saúde (SUS), apontando a iniciativa como uma prioridade diante da demanda regional por atendimentos de maior complexidade.
Em visita ao Hospital São Francisco, onde se reuniu com a direção da unidade e lideranças locais, a parlamentar destacou que há interesse do Ministério da Saúde em avançar no processo, mas a efetivação depende de tratativas conjuntas com o município e a Secretaria de Estado da Saúde.
— O Ministério da Saúde tem muita vontade de fazer esse avanço, inclusive na alta complexidade. E a oncologia é um desejo da comunidade — afirmou.
Ana Paula destacou que o Hospital São Francisco possui boas referências tanto em Santa Catarina quanto em nível nacional, o que fortalece o projeto de ampliação dos serviços.
Ela também afirmou que seu mandato está à disposição para contribuir tanto com a destinação de recursos quanto com o planejamento necessário para viabilizar o credenciamento e a expansão da estrutura hospitalar.
Emenda de R$ 1,2 milhão ainda não foi totalmente repassada
Durante a visita, a deputada também comentou a situação de uma emenda parlamentar no valor de R$ 1,2 milhão destinada à saúde de Concórdia.
De acordo com ela, o recurso já foi depositado no Fundo Municipal de Saúde, cabendo à Prefeitura realizar o repasse ao hospital — o que ainda não ocorreu de forma integral.
— Enviamos R$ 1 milhão e 200 mil. Esse recurso caiu no fundo municipal, que tem a obrigação de fazer o repasse ao hospital. Infelizmente, uma parte ainda não chegou — disse.
A parlamentar avaliou que o impasse pode ser resolvido por meio do diálogo entre os envolvidos.
— Eu acredito que, com diálogo, a gente possa resolver essa situação — destacou.
Ana Paula Lima ressaltou ainda que o Hospital São Francisco mantém atendimento aberto à população e desempenha papel essencial na região, especialmente no atendimento hospitalar humanizado.
Ela defendeu que o debate envolva não apenas o poder público, mas também a Câmara de Vereadores e a sociedade civil organizada.
— O diálogo é imprescindível — concluiu.





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